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Estima-se que 200.000 pessoas tenham participado da Parada Gay de São Paulo 2001, número esse que a cada ano que passa aumenta absurdamente, comprovando o sucesso do evento e a seriedade dos organizadores. As pessoas que vieram dos quatro cantos do país, não se arrependeram, gostaram do que viram e prometem voltar no ano que vem. Somos a quinta melhor do mundo, a melhor da América Latina. E São Paulo nada mais é que a Capital Gay do Brasil, tudo o que acontece aqui, serve de referência para o resto do País.

O metrô com certeza foi o meio de transporte mais utilizado, milhares e milhares de bil's(gays, lésbicas e travestis), lotaram os vagões, mudando completamente o visual do sistema de transporte mais eficiente de São Paulo, e tornando-se também o melhor ponto de encontro da parada.

Cedo ainda os 18 carros se posicionavam na Av. Paulista, deixando os desavisados mortos de curiosidade, e já avisando que mais tarde ia ser babado. E por volta das 14 horas, um imenso tapete humano tomava conta da Av. Paulista, aguardando o início oficial da Parada, que aconteceu com um discurso babadeiro (inflamadíssmo) da Prefeita de São Paulo Marta Suplicy e do pré-candidato ao governo de São Paulo José Genuíno em apoio ao movimento GLBT. Depois veio o Hino Nacional, com Edson Cordeiro, e em seguida o Hino À Diversidade(o hino da Parada Gay).

A Parada correu tranqüila por todo o percurso(Paulista, Consolação e Ipiranga). Ao chegar na Praça da República, O trio-elétrico da organização da Parada tornou-se um imenso palco onde todos aguardavam, sob o agito de Silvetty Montylla, o encerramento da Parada com o show de Edson Cordeiro e Elza Soares.

 

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